terça-feira, 18 de setembro de 2007

Quinta-feira, 1 de Abril de 1999

Na brandura da noite, sinto o frio que me percorre o corpo

È a solidão que se avisinha no acolhedor berço onde me deito

O vazio persegue a luz que me ilumina

O escuro não tarda a vir

A noite repleta de silêncio e dor

Dor dos que sofrem, e daqueles,que do sofrimento fogem

Não fujo

Fico ali, sem receio do que possa acontecer

Não sei porque o faço

Mas fico feliz por compreender que nada se passou

Comigo eu descubro um dia, uma noite, outro dia,...

E assim continuo sem pensar no fim

Não quero acreditar, nem mesmo ter consciência

que esse dia não tarda a chegar

Procuro algo que desconheço

ou mesmo, algo que eu sei que quero

Mas tento nem pensar se é isso

Sou assim!

Um ser imcompreendido por muitos,

mas amada por um!



Terça-feira 18 de Setembro 2007


Resta saber se ainda serei capaz?

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