Na brandura da noite, sinto o frio que me percorre o corpo
È a solidão que se avisinha no acolhedor berço onde me deito
O vazio persegue a luz que me ilumina
O escuro não tarda a vir
A noite repleta de silêncio e dor
Dor dos que sofrem, e daqueles,que do sofrimento fogem
Não fujo
Fico ali, sem receio do que possa acontecer
Não sei porque o faço
Mas fico feliz por compreender que nada se passou
Comigo eu descubro um dia, uma noite, outro dia,...
E assim continuo sem pensar no fim
Não quero acreditar, nem mesmo ter consciência
que esse dia não tarda a chegar
Procuro algo que desconheço
ou mesmo, algo que eu sei que quero
Mas tento nem pensar se é isso
Sou assim!
Um ser imcompreendido por muitos,
mas amada por um!
Terça-feira 18 de Setembro 2007
Resta saber se ainda serei capaz?

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